Máquina do tempo

(…) Entrar em uma loja de discos é entrar em uma máquina do tempo. É como ser lançado em um filme em preto e branco da década de 40. É um mundo que praticamente existe só na memória dos mais antigos; quando não havia internet e música a gente ouvia em belos aparelhos de som 3 em 1 e não na porcaria de um celular ou na xaropice de um MP3 player (…)

Trecho retirado da matéria de Cristiano Viteck, em “Blogdoviteck”. Para ler na íntegra clique aqui.

 

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