Na era digital o vinil revive dias de glória na Cidade do Rock

Última sobrevivente do continente sul-americano, a Polysom chegou a fechar as portas em 2007. Dois anos depois, o passivo da empresa foi comprado pelo proprietário da editora brasileira Deck Disc, João Augusto, que pagou as dívidas e reabriu a fábrica.

“Em 2009 nós fizemos um estudo para ver se valia a pena retomar e retomamos do zero”, contou João Augusto à Lusa, acrescentando, com um sorriso, que o resultado da pesquisa mostrou que iria perder dinheiro.

“Mesmo assim, quis fazer porque era um grande sonho. Eu vi o vinil sair de cena e queria ver se conseguia botar ele de volta na cena. Está sendo um grande desafio. Ainda não fazemos dinheiro propriamente dito, mas temos tido grandes alegrias, já são 70 títulos fabricados”, comemorou.

De acordo com o proprietário, foram vendidos aproximadamente 1.000 discos durante os sete dias de festival.

A loja oferecia um catálogo de 36 títulos, a um preço promocional de 50 reais (cerca de 20 euros). Fora do Rock in Rio os mesmos discos podem custar até 90 reais (aproximadamente 36 euros).

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